UM MONSTRO CHAMADO IMPOSTO

''O assunto é extenso, gera muita polêmica, mas esta reflexão tem por finalidade alertar para um país que luta para sobreviver, tanto o empresário quanto o empregado, cada um com sua parcela.''

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O título desta matéria não sugere que os imposto seja algo ruim e depreciativo, muito pelo contrário, sem eles um país não sobrevive como país e não se constrói uma nação. Ela não tem o tom de “crítica” mas de “alerta” para um Brasil melhor.
O problema começa quando se torna abusiva esta prática e o Brasil em especial é um daqueles países onde mais se cobra imposto, muito imposto.
Numa lista de quase 200 paises, mais especificamente 189 países, segundo o site “impostômetro”, a posição do Brasil é o 30º que mais cobra. Chega a beirar o absurdo de 80 tipos de impostos em todas as esferas, municipal, estadual e governo federal.
Quando se trata de cobranças de alíquota de impostos sobre o lucro das empresas, o Brasil lidera o topo do ranking. E depois vem a mídia gritar que são 15 milhões de desempregados. Quem quer dar emprego deste jeito. Por que esta mídia não grita mais sobre a causa do desemprego e não sua consequência?
A França, que era conhecida como país do imposto, já anunciou através de seu presidente Emmanuel Macron que prevê queda de 34,4% para 22% nos impostos até o ano de 2022. Até então ficava apenas atrás do Brasil. (fonte Estadão).
Já tarda uma reforma tributária por aqui porque ninguém aguenta mais a sombra do imposto.
Para se ter uma ideia do tamanho da cobrança veja por exemplo itens de uma longa lista. Cachaça: 81,87% é imposto. Perfume nacional: 69,13% é imposto. A lista é longa... A análise de um produto taxado vai de produto que faz mal a saúde e produto supérfluo.
Acontece que não se atualiza isto. Por exemplo, um forno de micro-ondas quando entrou no mercado era considerado supérfluo e taxado 30%. Hoje, é um produto necessário no cotidiano das casas, e continua com 30% de impostos.
Nos EUA o foco é no consumo. Se alguém gasta 100 dólares, na nota se acrescenta 9% de taxa, o consumidor paga 109 dólares, é justo e não há sonegação.
Por aqui fala-se em 500 bilhões em sonegação, segundo o site “quanto custa o Brasil pra você” e quando se ajusta, é feito parcelamento em intermináveis prestações, o que de certa forma, estimula-se a prática e no seu decorrer a lista extensa de atos de corrupção país afora em todas as esferas, desde que me conheço por gente.
O assunto é extenso, gera muita polêmica, mas esta reflexão tem por finalidade alertar para um país que luta para sobreviver, tanto o empresário quanto o empregado, cada um com sua parcela.
É hora de os políticos fazerem a sua parte e parece que estes bons ventos estão chegando. Que cada um faça sua parte e ainda melhor que a sua parte como disse Winston Churchill, o mundo estaria arruinado se cada um cumprisse somente com a sua parte. É preciso fazer mais, avançar mais, buscar mais para fazer melhor e diferente.
E que esses bons ventos venham através das prefeituras, dos estados e do governo federal, para colocar o país em rota de desenvolvimento.
Acredito que se metade dos impostos fosse eliminados por aqui, o país iria se surpreender como tamanho do PIB que o colocaria novamente entre as maiores economia do mundos.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!